Quando o assunto são cuidados com a pele, a antocianina – substância responsável por dar o pigmento a flores, frutas e vegetais que possui altíssimo poder antioxidante e anti-inflamatório – se mostrou imbatível. “Ela combate os radicais livres de modo que o seu consumo regular é capaz de impedir a perda progressiva e acelerada do colágeno e da elastina da pele, evitando rugas e flacidez”, explica Maurício Pupo farmacêutico especialista em cosmetologia e diretor de pesquisa e desenvolvimento (SP). Além disso, ela ajuda no clareamento da pele, previne o aparecimento de manchasescuras no rosto – também conhecidas como melasma –, o fotoenvelhecimento e o tão temido câncer de pele.
O seu diferencial é que protege o DNA e funciona até como filtro solar de uso oral quando manipulada na quantidade certa. “Para garantir um efeito preventivo na pele, o consumo diário de uma alta dose (duas porções generosas diárias) de mirtilo é suficiente”, aconselha Maurício Pupo. As antocianinas se degradam em cremes, o que torna o seu uso tópico inviável, por isso, a melhor opção é investir nos alimentos e nas cápsulas.
Fonte: corpoacorpo.uol.com.br
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Stress engorda! Veja alguns alimentos que aliviam a tensão
Banana
Abacate
Chá-verde
Contém teanina – fitoquímico que reduz o stress físico e mental ao controlar o cortisol. Outras opções: chás preto e de oolong.
Chocolate amargo
Com concentração superior a 70% de cacau, é rico em flavonoides, que são substâncias antioxidantes. Outras opções: morango, mirtilo amora, framboesa.
Peixe
Especialmente aqueles de águas profundas (arenque, atum, sardinha, salmão), que, por serem fonte de ômega-3, previnem picos dos hormônios do stress (cortisol e adrenalina). Outras opções: linhaça e chia.
Beba mais água no verão para prevenir a formação de pedra no rins
O número de casos de pedra nos rins aumenta até 20% no verão, segundo dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN). “Na época de clima quente as pessoas perdem mais líquido por meio da transpiração e a não reposição adequada pode levar à formação de cálculos renais”, afirma Daniel Rinaldi dos Santos, presidente da SBN, de São Paulo. Por isso, não há desculpa. Beba mais água em casa, deixe uma garrafinha na mesa de trabalho e leve uma sempre na bolsa.
Tomar água é fundamental para diversas funções no organismo, como o transporte de nutrientes e oxigênio entre as células. “Também é ela que garante o bom funcionamento dos rins, responsável por filtrar o sangue lentamente e eliminar toxinas pela urina”, explica Fábio Cardoso, médico especialista em medicina preventiva e do esporte. Nestes órgãos, diversas substâncias, como o cálcio, estão presentes em equilíbrio. Mas, quando há pouca água no xixi as chances de essas substâncias se precipitarem aumentam. Aí, formam-se pequenos cristais, que podem crescer e se tornar pedras. A doença provoca dores agudas na região lombar, conhecidas como cólica de rins, até que os cálculos sejam eliminados pelo sistema urinário ou retirados cirurgicamente. Mas há casos em que a pessoa não sente dor e a pedra é descoberta tardiamente, quando a função renal já está comprometida.
Qual quantidade devo ingerir
Em média, as pessoas precisam beber 2 litros de água diariamente, sendo que cerca de 20% dela já está presente nos alimentos ingeridos no dia a dia. Mas essa quantidade pode variar dependendo, por exemplo, dos hábitos alimentares. Quando a dieta é rica em sal, carne vermelha e produtos industrializados é preciso beber mais. Para saber a quantidade você pode observar a urina. Se ela estiver sempre clarinha, quase transparente, e sem cheiro significa que você está bem hidratada. Caso contrário, você precisa aumentar o consumo de água. Nesta conta, você pode incluir frutas ricas em água, como melancia, chás e sucos naturais.
Fonte: M de mulher
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Previna envelhecimento precoce! Veja alguns alimentos que cuidam da pele naturalmente
SALMÃO, SARDINHA E ANCHOVA
Ricos em dimetilaminoetanol, mais conhecido como DMAE, os peixes reforçam a membrana celular, evitam o envelhecimento precoce e deixam a pele mais firme. O DMAE, segundo o site Mind Body Green, também diminui a produção do ácido araquidônico que provoca a formação das rugas e flacidez da pele.
BRÓCOLIS, ESPINAFRE E COUVE
Estes vegetais são ricos em ácido alfa-lipóico (ALA). Por conta da alta concentração de antioxidantes que combatem os radicais livres, o ALA é um dos mais poderosos agentes antienvelhecimento disponíveis. Ele também age como anti-inflamatório, diminuindo olheiras, inchaço, vermelhidão e manchas enquanto minimiza o aparecimento de rugas.
MIRTILOS
De acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA, o mirtilo é a fruta com maior concentração de antioxidantes proporcionalmente. Além disso, ele ajuda a combater a perda de memória e doenças cardiovasculares.
OSTRAS
Por serem ricas em zinco, um mineral essencial para a produção de proteínas reparadoras de tecidos danificados, as ostras beneficiam a pele, as unhas, os cabelos e os olhos.
NOZES
As nozes ajudam a proteger as membranas das células por serem ricas em ômega 3, uma gordura saudável que o corpo necessita. Membranas celulares fortes retêm mais água, deixando a pele mais hidratada.
TOMATES
Fonte poderosa do antioxidante licopeno, o tomate previne o envelhecimento precoce e ajuda a proteger a pele dos efeitos nocivos do sol (mas não substitui o uso do protetor solar). O corpo pode processar licopeno melhor quando a fruta é cozida ou processada. Ou seja, o molho está liberado.
OVOS
Os ovos contêm dois principais nutrientes que são vitais para a saúde da pele: colina e luteína. A primeira produz a gordura das membranas celulares que são responsáveis por uma pele lisa e saudável. A colina também regula os níveis de vitaminas do complexo B no corpo, que mantêm a pele firme e lisa. A luteína, o segundo nutriente, é um antioxidante que protege a elasticidade da pele e evita danos.
Fonte: revistamarieclaire.globo.com
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Quer evitar a cirurgia de varizes? Veja os hábitos do dia a dia que podem minimizar o problema
Um dos incômodos mais comuns entre as mulheres são os microvasos e as varizes. Enquanto os vasinhos ou telangiectasias se encontram na superfície da pele e se caracterizam pela espessura de um fio de cabelo e pela coloração arroxeada ou avermelhada, as varizes são veias mais dilatadas e, quando não tratadas, podem provocar dor e desencadear problemas circulatórios. “Assim como os vasinhos, as varizes são hereditárias, mas a falta de algumas substâncias como o colágeno e a elastina faz a parede do vaso ficar mais frágil e provoca o seu alargamento. Outros fatores como alterações hormonais, uso de pílula anticoncepcional, sedentarismo e obesidade podem contribuir para o surgimento de ambos”
O tratamento desse problema pode incluir desde a cauterização com o auxílio de cateter por radiofrequência, laser e aplicações, até a cirurgia. Por isso, é fundamental consultar um angiologista capacitado para identificar os sinais e tratá-los da melhor maneira possível. “O ideal é que a primeira consulta seja feita entre os 40 e 50 anos, no máximo. Além do check-up, é imprescindível que a pessoa mantenha uma vida saudável, evite o sedentarismo e não abuse de bebidas alcoólicas”, recomenda o angiologista e cirurgião vascular Eduardo Fávero., ressaltando que a frequência deve ser maior no caso de gestantes e pessoas com histórico familiar.
Procure caminhar, subir escadas, andar pelo escritório e em casa ao longo do dia. O importante para evitar a dor e o inchaço é não ficar muito tempo sentado ou em pé, pois isso pode congestionar a circulação venosa das pernas e exigir que as veias trabalhem duro para levar o sangue bombeado de volta para o coração. Ao contrair os músculos das pernas, principalmente, a panturrilha, o sangue é impulsionado para a parte de cima da perna, estimulando assim a circulação. Elevar as pernas sobre o sofá ou na cama ao final do dia também contribui para o retorno do sangue venoso.
Se for realizar viagens mais longas seja de ônibus ou de avião, procure esticar as pernas, movimentar a ponta do pé, estender a panturrilha e fazer movimentos circulares ao redor do tornozelo. “Após permanecermos sentados por muito tempo, a velocidade de retorno do sangue das pernas ao coração diminui, tornando o sangue mais viscoso e passível de coagulação”, afirma Ary Elwing. Para as grávidas, o ginecologista obstetra Antonio Paulo Stockler recomenda levantar a cada duas ou três horas. “A grávida tem produção aumentada de fatores de coagulação. Ficar submetida ao aumento da pressão dentro da aeronave e sentada por muito tempo pode favorecer o risco de trombose e inchaço”, alerta.
Fonte: gnt.globo.com
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Além de ser uma delícia, a cereja é ótima para o pós-treino e ajuda a conter a gula. Conheça outros benefícios e aprenda a comer essa frutinha de maneiras deliciosas
A cereja, além de cheia de sabor, é riquíssima em antocianinas, antioxidantes que protegem o coração e combatem o envelhecimento precoce. “Ela também é repleta de fibras, que promovem saciedade, regulam o intestino e controlam a vontade de atacar guloseimas”, afirma Daniela de Almeida, nutricionista (RJ).
Por possuir grande quantidade de potássio, a frutinha vermelha ainda é um excelente repositor do nutriente pós-treino. A ordem é comê-la com casca – uma unidade tem apenas 4 calorias! Aproveite que começou a época de colheita e aprenda três maneiras superfáceis de consumi-la:
Na salada de frutas
Misture-a em uma tigela com abacaxi, mamão, banana, laranja e maçã. Fica uma delícia!
No smoothie
Pique 4 cerejas e bata no liquidificador com 1 banana congelada, 1 pote de iogurte grego light e 1 col. (sopa) de quinoa. Beba antes do treino.
Na musse
Bata no liquidificador 30 cerejas (sem caroço), 10 g de gelatina incolor sem sabor (já dissolvida), 200 ml de creme de arroz e 3 claras de ovos (batidas em neve), deixe por 15 minutos na geladeira e você terá um aliado na manutenção da massa muscular.
Fonte: corpoacorpo.uol.com.br
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Atividade física no início da adolescência diminui o risco de diabetes na fase adulta
Um novo estudo publicado online na revista Diabetologia indica que altos níveis de atividade física durante o início da adolescência pode reduzir o risco de diabetes mais tarde na vida.
A nova pesquisa incluiu 300 crianças que foram avaliadas para a resistência à insulina a cada ano entre as idades de nove a 16 anos. Os pesquisadores descobriram que na idade de 13 anos, a resistência à insulina foi de 17% menor entre aqueles que eram mais ativos fisicamente em comparação com aqueles que eram menos ativos. No entanto, essa diferença diminuiu ao longo dos próximos três anos e desapareceu aos 16 anos.
Os autores concluíram que a resistência à insulina aumenta drasticamente entre os nove anos aos 13 anos, e em seguida, cai na mesma medida até os 16 anos. O estudo descobriu que a atividade física no inicio da adolescência reduziu este pico na resistência à insulina, mas não teve impacto aos 16 anos.
Fonte: boasaude.com.br
As vitaminas do complexo B trazem inúmeros benefícios para a beleza. Entenda como elas te ajudam a cuidar das rugas, pele oleosa e unhas fracas
O complexo B, composto por oito vitaminas diferentes, ajuda a desde combater as rugas até a restaurar unhas fracas e controlar a pele oleosa.
Entre as vitaminas do complexo B que mais oferecem benefícios à beleza está a B2, também conhecida como riboflavina. Ela aumenta a produção de energia, acelerando a renovação celular e atenuando marcas de expressão e rugas.
“A B2 possui também forte ação antioxidante e por isso age contra os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento”, completa Newton Morais. Esta vitamina ainda fortalece unhas e cabelos, impedindo que fiquem quebradiços.
Já a B3, chamada de niacina, facilita a circulação sanguínea, acelerando o metabolismo de gordura. O processo diminui a oleosidade e melhora casos de cravos e espinhas. A vitamina B5 tem alto poder hidratante.
Entre os produtos que contam com as vitaminas B.
Fonte: corpoacorpo
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Quando a tireoide abala os ossos? Veja
É curioso como uma pequena estrutura localizada no pescoço chega a fazer nosso vigoroso arcabouço tremer nas bases. Pois essa é a sólida verdade: basta a tireoide começar a liberar constantemente doses elevadas de dois hormônios, o T3 e o T4. “O hipertireoidismo, capaz de desencadear nervosismo, insônia, palpitações e emagrecimento excessivo, já vem sendo associado a um maior risco de osteoporose e fraturas”, explica o endocrinologista José Augusto Sgarbi, professor da Faculdade de Medicina de Marília, no interior de São Paulo, e membro do Thyroid Studies Collaboration, um grupo de investigadores espalhados pelo mundo que se dedica à glândula. Só que mais impressionante ainda é a descoberta recente dos companheiros de Sgarbi nesse consórcio internacional.
Com base nos dados de 70 298 pessoas, os cientistas revelaram que o chamado hipertireoidismo subclínico – uma forma mais branda da disfunção clássica que às vezes nem acarreta sintomas claros – também está atrelado a um maior risco de ter os ossos trincados. Para ser exato, esse distúrbio, que atinge cerca de 2% da população ocidental, aumenta em 28% o risco de uma fratura dar as caras.
Uma das hipóteses para esclarecer o elo recai sobre a ação direta dos hormônios tireoidianos na ossatura. Isso parece até contraditório, já que, por definição, o hipertireoidismo subclínico apresenta taxas de T3 e T4 dentro dos parâmetros considerados adequados pelos laboratórios. Mas vamos com calma, pois ainda há outro hormônio na história: o TSH.
Primeiro convém esclarecer melhor o funcionamento da tireoide. Em resumo, ela acelera ou freia várias atividades do organismo, produzindo mais ou menos T3 e T4. E tal sistema é regido pela hipófise. Essa estrutura, sediada na base do cérebro, quando quer estimular a glândula, fabrica em maior escala o hormônio TSH. Já nos momentos em que precisa segurar o ritmo da parceira, suspende a linha de montagem da substância. Mas, em alguns azarados, alterações na tireoide fazem catapultar a manufatura de T3 e T4 independentemente dessa interação. Aí, a hipófise tenta, sem sucesso, regular o quadro baixando a liberação de TSH”, relaciona Marise.
Acontece que, mais recentemente, o efeito dessa carência em quadris, vértebras, fêmur e afins começou a ser investigado. “O hormônio parece ter uma ação direta nas células responsáveis pela reabsorção de osso”, relata a endocrinologista Tania Furlaneto, do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Logo, é possível que concentrações diminutas dessa partícula, encontradas inclusive no hipertireoidismo subclínico, também fomentem a osteoporose, abrindo as portas para a ossatura rachar com facilidade. “No entanto, o impacto dessas baixas doses ainda não está claro”, pondera Tania.
Mas como identificar um mal que não manifesta sinais claros nem taxas de T3 e T4 fora dos padrões? “É por isso que a dosagem do TSH é o teste mais importante e confiável para fazer o diagnóstico”, diz Sgarbi. O mesmo, aliás, vale para o hiper e o hipotireoidismo clássico. Mulheres acima dos 35 anos, prestes a engravidar ou no início da gestação, homens com mais de 60 e indivíduos com histórico familiar de encrencas na glândula estão entre as pessoas que precisam do exame — converse com seu médico. No fim das contas, ficar atento aos sinais e manter um contato próximo com um especialista é mesmo uma das melhores formas de se proteger das disfunções na glândula… e, assim, garantir firmeza aos ossos.
Fonte: M de mulher
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Hipertensão, cigarro e obesidade são vilões da saúde global em ranking
A hipertensão (pressão alta), o tabagismo e a obesidade são os três mais preocupantes fatores de risco para a saúde global, causando 20 milhões de mortes por ano, afirma o Instituto para Métrica e Avaliação em Saúde (IHME). No Brasil, 545 mil mortes em um ano podem ser atribuídas a essas três causas.
Entre os dez fatores de risco mais abrangentes no planeta (veja lista abaixo), seis estão direta ou indiretamente relacionados à alimentação. Os números se referem a 2013, último para o qual o IHME compilou os dados. A pesquisa estima que 79 diferentes fatores de risco causaram a morte de 30 milhões de pessoas em 188 países analisados.
A hipertensão lidera o ranking dos fatores de risco desde 1990, mas seu impacto na mortalidade ainda cresceu 50% desde então. Em 2013, 10 milhões de mortes no planeta podem ser diretamente atribuídas a esse fator de risco, afirma o IHME. A lista difere um pouco entre as populações dos dois sexos, com o consumo de álcool e cigarro tendo um impacto maior entre homens.
Problemas respiratórios
A lista global também se destaca por três dos dez maiores fatores de risco estarem associados a problemas respiratórios. O tabagismo e dois tipos de poluição são listados: a poluição atmosférica particulada geral e a poluição doméstica por uso de lenha e carvão e forno e lareiras. Juntos, esses três fatores são juntos responsáveis por mais de 10 milhões de mortes anuais.
Diferenças regionais continuam existindo na lista dos fatores de risco. Na Ásia, por exemplo, a poluição do ar doméstica por uso de lenha e carvão em fornos ainda é uma das principais causas de problemas respiratórios. Na África subsaariana, a desnutrição infantil ainda está entre os maiores problemas. Na América Latina como um todo, a obesidade já supera a hipertensão como principal fator de risco.
Fonte: Globo
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