Só Cantareira com 14% deve evitar rodízio de água em SP

imagens-do-dia-20150128-48-1-1-size-598O Sistema Cantareira registrou na quarta-feira a 13ª alta consecutiva no volume de água armazenado, chegando a 8,9% de sua capacidade. O aumento de 0,6 ponto porcentual entre terça e quarta foi o maior registrado no manancial desde o início da crise hídrica em São Paulo, em janeiro do ano passado. A sequência de boas notícias não significa, contudo, que a adoção do rodízio de água esteja descartada pelo governo estadual. Para que a Grande São Paulo possa passar pelo período seco do inverno sem racionamento, o Cantareira precisa chegar a um patamar entre 13% e 14% até o final de março, informa reportagem desta quinta-feira do jornal Folha de S. Paulo.
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Além de torcer para que o nível de chuvas se mantenha acima da média, como tem sido em fevereiro até aqui, é preciso também que as obras emergenciais previstas pelo governo do Estado para transposição de água para os reservatórios que abastecem a Grande São Paulo não atrasem.
Na semana passada, o jornal O Estado de S. Paulo informou que o governo estipulou um “gatilho” para a decretação do racionamento, obrigando a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) a definir um nível mínimo de segurança do Sistema Cantareira para evitar o desabastecimento. Se na primeira semana de março ele estiver abaixo do estipulado, será então decretado o rodízio oficial.
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O cenário considerado ideal pelo governo paulista é conseguir administrar o fluxo de água sem que ele atinja o volume mínimo de segurança até outubro, quando recomeçará a estação de chuvas. O quadro hídrico vem sendo monitorado pessoalmente pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) e sua equipe diariamente e debatido em reuniões que acontecem a cada dois dias no Palácio dos Bandeirantes.
Fonte: Veja
MedMedicina

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